21.2.03



SMILES

Eles não paravam de rir. Estavam absolutamente enlouquecidos naquela noite. Tudo era motivo de risadas cúmplices, de sorrisos bobos, de piadas adoravelmente nonsense. Eles estavam felizes. Estavam contentes por terem um ao outro. Por terem um ao outro e estarem lá, juntos, ouvindo aqueles discos legais, fumando aqueles cigarros amassados, escutando o barulhinho bacana da chuva no quintal. E eles caíam na gargalhada, apenas de olhar um para o outro. Eles riam como se nada mais importasse além de uma boa paixão e estar bem e feliz. E enfim a noite morreu e o sol chegou, brilhante e histérico, como se estivesse sorrindo também...



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